Fimose

A fimose não deve ser considerada uma doença, mas sim o excesso natural da pele prepucial que cobre a glande, que todo homem apresenta ao nascimento. Se durante a infância a pele é retraída delicadamente pela mãe ou pelo médico, então dificilmente trará problemas na fase adulta, a não ser que o homem não higienize diariamente, expondo então a região ao contato com uma secreção que ali se forma chamada esmegma, que tem ação irritativa com potencial para com o passar de anos, transformar uma inflamação em um tumor maligno. Também, a falta de higienização e a contaminação local por vírus das verrugas venéreas – HPV – tendem a esta malignização.

Se a fimose nunca foi retraída, o seu orifício pode se fechar ocasionando até uma dificuldade para urinar, além da retenção do esperma e dor s relações sexuais. A cirurgia da fimose deve ser indicada ou com a criança ainda pequena ou após a retirada das fraldas, ou no adulto quando for necessária a remoção do excesso prepucial. Na infância é realizada sob anestesia geral, e nos adultos sob anestesia local, com rápida recuperação, mas devendo aguardar 45 dias em média para voltar a ter relações sexuais ou se masturbar, pois neste prazo é que melhoram os inchaços e aderências causadas pela cirurgia.

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